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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Eu sou Israel

"Eu sou Israel.

Eu nasci um milênio antes de ser renomeado Palestina pelos conquistadores romanos, e antes que a Inglaterra decidisse tornar minhas terras orientais em Jordânia.
Meu povo, os Judeus, mantiveram comunidades aqui por 300 anos, isso até que os árabes decidiram massacrar aqueles Judeus em 1920 e 1929. Centenas de civis foram mortos, a maioria deles: mulheres e crianças.
Enquanto isso, seus estados árabes irmãos exilaram 1 milhão de árabes Judeus.
APAGANDO SUA HISTÓRIA.
Eu sou Israel - Fui atacado quatro vezes por 5 exércitos árabes em 60 anos.
Eu sou um sobrevivente: Eu venci cada guerra que eles travaram contra mim.
Eu disse aos árabes que viviam em minha terra que eles eram bem vindos para ficar, mas seus irmãos disseram: 'deixem temporariamente enquanto os judeus estão cuidando'.
Eu tenho oferecido uma mensagem de paz desde o dia do meu nascimento mas meus inimigos responderam somente em bombas, balas e sangue - nossos mesmos, e deles.
Percebendo que eles não poderiam me derrotar com armas, meus inimigos começaram a mentir.
Eu sou Israel - por diversas vezes meu nome é manchado.
Embora como o engano de Mohamad Al- Dura , cada mentira é eventualmente refutada,meus inimigos continuam a clamar que estou cometendo 'genocídio'.
Diga-me, dar oportunidade educacional a árabes palestinos é 'genocídio'?
20% dos estudantes na Universidade de Haifa são árabes.
Se eu exilasse todos os árabes em 1948,porque são 20% dos meus cidadãos árabes quem votam?
Porque eu desisti de todo o Sinai e da Faixa de Gaza, desenraizando meu próprio povo de seus lares pela ESPERANÇA de paz?
Eu sou Israel.
Em opções de combate, eu arrisquei a vida de meus adolescentes para minimizar casualidades com civis.
Faço todos os esforços para atingir apenas combatentes, frequentemente colocando meus soldados em perigo.
Na guerra, eu espalho folhetos nas áreas a serem atingidas avisando os civis para evacuarem dos locais.  
Na história da humanidade, algum outro exército fez isso pelos seus inimigos?
Eu esperei 8 anos para parar com os ataques diários de foguete do Hamas.
Alguns caíram em meus jardins de infância. Eu sou paciente, mas minha paciência não é infinita.
Eu sou Israel - eu descobri novos tratamentos da medicina para doenças devastadoras. Eu desenvolvi tecnologia para a criação da Intel, anti-virus e telefones celulares e eu lidero o mundo em publicações científicas per capita.
Eu enviei missões humanitárias para desenvolver países, incluindo países Muçulmanos. 
Eu absorvi centenas de refugiados muçulmanos que enfrentaram genocídio em Darfur - refugiados que nenhum estado muçulmano receberia.
Eu sou Israel - um dos menores países do mundo, e provavelmente o mais teimoso - eu me recusei a desistir da esperança pela paz.
Meus amigos me apoiam não por causa de algum lobby, mas porque eles veem a verdade: Eu sou o coração do Oriente Médio, e a esperança para seu futuro. Meu profeta disse 'nação não levantará espada contra outra nação', e eu tentarei , e tentarei ...
e TENTAREI até que aquelas palavras sejam verdadeiras. 
PORQUE Eu sou Israel."

Créditos: Recebi via e-mail da queridíssima Marja. 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ainda Não é o Fim!

Estava trabalhando hoje de manhã, numa correria da cachorra, quando meu colega de trabalho, o Abed me chama e me diz que acabam de informar no noticiário da manhã, no radio, que o encontro da frota de navios vindos da Turkia rumo a Gaza e a Marinha de Israel acabou no resultado de mais de 10 mortos (assim falavam de manhã) e alguns soldados feridos, uns leves o outros gravemente.
Esse foi o assunto do dia. Não se falava de outra coisa a não ser dos resultados que deveriamos esperar. O clima era de véspera da Terceira Guerra Mundial.
Mesmo assim, continuamos com nossas tarefas, cada um com suas preocupações, cartão de crédito, carro na oficina, companheiro de trabalho doente (e por isso trabalho dobrado), as insinuações da amiga que trabalha no escritório ao lado, etc, etc, etc. Tudo isso num dia mais do que rotineiro.Se não fosse pelas notícias no rádio, não mudaria em nada a rotina de judeus (religiosos e laicos), russos, ucranianos, árabes cristãos maronitas e mulçumanos, drusos, uma quantia de técnicos europeus (ingleses, alemães, espanhois, franceses, belgas) e alguns imigrantes africanos. Apesar de inevitável diferença de opinião, o clima de respeito, de ordem, de convivência pacífica, imperou durante todos os momentos desse tenso dia.
De vez em quando era possível ouvir o ruído dos jatos e dos helicopteros da força áerea israelense, que se dirigiam a fronteira norte, com o Líbano, para fazer um pouco de pressão e impedir qualquer suposta tentativa de "vingança" por parte do Hassa (alface) Nazrala.
Depois do expediente, fui pra uma clínica de terapias alternativas, onde recebi umas espetadas de uma bonita e simpática  terapeuta, com um hebraico mais do que arrrrrrrrrrrrastado. Durante os quarenta minutos de agradável tortura, esqueci minhas dores, e também do começo da Terceira Guerra Mundial. No mundo afora, nas diversas capitais de diversos países, multidões bravejavam o fim do "assassino sionista", e eu, um dos mais convictos sionistas me ouvidava do Hisballáh, dos palestinos, dos anti-sionistas, dos turcos, de Gaza e até das minhas dores.
O único problema é que no final eu não sabia se tanto relaxamento foi resultado das agulhas que me espetavam ou das mãos macias e delicadas da terapeuta simpática de hebraico arrrrrrrrrrrastado.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

TODA A Verdade Seja Dita!

Que a situação em Gaza é bastante complicada e precária, não é segredo!
Nós, israelenses e nosso governo preferíriamos que não fosse assim, mas o problema do Território da Faixa de Gaza é para nós um problema de segurança nacional.
Nosso bloqueio das fronteiras de Gaza e o bloqueio marítimo são necessários para impedir que radicais islâmicos xiitas entrem em Israel e utilizem Gaza como uma base militar de ataque ao país.
Só pra você poder entender a situação, vou fazer uma comparação. Imagine O Estado de SãoPaulo. A cidade de São Paulo. Bem, de repente a Argentina invade todo o litoral paulista, de Santos até Cananéia, na divisa com o Paraná. Então começa a guerra. A Argentina ataca o Estado de São Paulo pelo litoral. Não invade, mas atira mísseis nas cidades ao redor do litoral, aterrorizando a população.
O que acontece aqui é bem assim. E é um problema de difícil solução, porque mesmo que Israel concedesse todas as exigências do Hamas, mesmo assim eles iriam continuar atacando Israel, porque eles já disseram que JAMAIS vão reconhecer Israel e que Israel TEM QUE SER DESTRUÍDO!
Mesmo assim Israel tem "preservado" a Faixa de Gaza e poupado sua população de algo bem pior que poderia ser feito.
Pena que ninguém vê isso. Se morre um terrorista do Hamas toda a imprensa cai matando encima de Israel, mas quando algo de bom sobre Israel e sua maneira humanitária de tentar tratar do problema acontece, ninguém fala nada, ou se fala, isso ocorre muito tímidamente.
É o que ocorre com uma reportagem do site da Globo. Veja o que diz o repórter nesse trecho:


"Isso deixa Gaza suspensa, em uma situação de miséria que desafia qualquer categorização. É claro, o lugar é povoado e pobre, mas está melhor que quase todas as regiões da África e parte da Ásia. Não existe subnutrição aguda, as taxas de mortalidade infantil se comparam às de países como o Egito e a Jordânia, segundo Mahmoud Daher, da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Isso se deve ao fato de que, apesar de Israel e Egito fecharem suas fronteiras durante os últimos três anos, em um esforço para pressionar o Hamas, Israel distribui ajuda diariamente, permitindo a entrada de cerca de cem caminhões com alimentos e remédios. Oficiais militares de Tel Aviv contam as calorias, para evitar um desastre. A agência da ONU para refugiados palestinos administra escolas e clínicas médicas, que são limpas e eficientes".

É claro que existem todos os outros problemas, e nós sabemos e reconhecemos isso. Só não somos os únicos culpados por eles. Se a população de Gaza quizesse realmente a paz, já estariam nela, porque Israel desocupou o território a mais de três anos!
Deixo a dica para que você leia o artigo que eu citei acima. Você pode lê-lo aqui!

A verdade é sempre como uma moeda. Ela tem duas faces. Pra compreender a verdade, você sempre precisa ver os dois lados da mesma moeda. Senão corremos o risco de sempre termos uma idéia parcial da verdade, e verdades parciais podem se parecer muito com mentiras completas! Se não concorda comigo, veja esse vídeo antigo da Folha. Muito Bom!